terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Geografia de Rondonia

 Rondônia

Rondônia é uma das 27 unidades de federação do Brasil e integra a região Norte. Inserido no bioma Amazônia, o clima do estado é o Equatorial Quente e Úmido. Sua cobertura vegetal é composta por florestas e encontra-se, em algumas áreas, espécies de Cerrado.

De relevo pouco acidentado, corre pelo estado o rio Madeira, no qual está instalada a hidrovia do Madeira, pela qual se realiza o transporte de passageiros e cargas. A atividade extrativista possui grande importância na economia do estado, com destaque para a produção de borracha e madeira. Na agricultura, a soja é hoje a principal lavoura.

Leia também: Amapá – estado do Norte do Brasil que se localiza no Hemisfério Norte e no Sul

Dados gerais de Rondônia

·         Região: Norte

·         Capital: Porto Velho

·         Governo: Marcos José Rocha dos Santos (2018-2022)

·         Área territorial: 237.765,240 km² (IBGE, 2019)

·         População: 1.796.460 habitantes (IBGE, 2020)

·         Densidade demográfica: 6,58 hab/km² (IBGE, 2010)

·         Fuso: GMT -4 horas (Horário Padrão do Amazonas)

·         Clima: Equatorial Úmido


Bandeira do estado de Rondônia.

Geografia de Rondônia

O estado de Rondônia localiza-se na porção oeste da região Norte do Brasil. Em território nacional, faz divisa, ao norte e noroeste, com o Amazonas e Acre, e, ao leste e sudeste, com o Mato Grosso. A oeste o estado se limita com a Bolívia. Possui extensão territorial de 237.765,240 km², e se encontra no bioma Amazônia. Apesar disso, características de Cerrado podem ser encontradas em alguns pontos do território.

·         Clima de Rondônia

Tendo como principal fator climático a continentalidade, o tipo de clima predominante no estado é o Equatorial Quente e Úmido. As suas principais características são as altas temperaturas na maior parte do ano, com médias que variam dos 24 ºC aos 27 ºC, e as máximas podem chegar a 37 ºC. Os índices pluviométricos são elevados e variam entre 1600 mm e 2300 mm ao ano. A estação seca é curta e dura, aproximadamente, três meses (entre junho e agosto).

No sul do estado, o clima difere ligeiramente do restante do território, apresentando uma estação seca um pouco mais longa, de cerca de quatro meses, e temperaturas médias que variam entre 21 ºC e 24 ºC.

·         Vegetação de Rondônia

A cobertura vegetal de Rondônia é, na maior parte do estado, marcada pelas espécies características do bioma Amazônia. As florestas são predominantes, como a floresta ombrófila aberta, que cobre mais da metade do território do estado. Há ocorrência de floresta ombrófila densa, campinarana e floresta estacional decidual. No sudeste do território, próximo da divisa com o Mato Grosso, é possível observar manchas de Cerrado.

De acordo com a Embrapa|1|, em 2019, o estado possuía 65,6% do seu território cobertos por vegetação nativa.

Veja também: Floresta Amazônica – maior floresta tropical do mundo

·         Relevo de Rondônia

O estado situa-se em uma região onde há o predomínio de planícies, e, por esse motivo, apresenta relevo pouco acidentado e com altitudes que variam dos 100 m aos 300 m. Há ocorrência de planaltos no oeste do território, onde as cotas podem variar entre 600 m e 1000 m, como a chapada dos Parecis e dos Pacaás Novos.

A maior elevação do estado é o pico do Tracoá ou Jaru, com 1.126 metros.


segunda-feira, 27 de abril de 2020

Resolução / Resposta: Ética, Diversidade e Direitos Humanos - EAD

Estabeleça ações diferenciadas para a sua atuação profissional relacionando-as a pessoas com deficiência física ou intelectual:

Devemos respeitar e seguir as normas dos Direitos Humanos, a dignidade e o respeito às pessoas, independentemente de ser deficientes ou não, devemos respeitar, conforme sua condição e atuação. A presença ética garante que sejamos mais humanos com todos os cristãos da nossa sociedade. Devemos respeitar e proteção todos os deficientes.

Dê exemplos de como estas ações poderiam ser universais, de acordo com a ética de Kant, em sua área profissional:

O problema básico do utilitarismo, na opinião de Kant, é que ele julga as ações por suas consequências. Se sua ação faz as pessoas felizes, é boa; se fizer o contrário, é ruim. Mas isso é realmente contrário ao que poderíamos chamar de senso comum moral. Considere esta questão. Quem você acha que é a pessoa melhor, o milionário que dá uma boa soma em dinheiro para caridade para impressionar e passar uma imagem de bonzinho, ou o trabalhador que doa um dia de seu trabalho para a caridade. Se as consequências são tudo o que importa, então a ação do milionário é melhor. Mas isso não é o que a maioria das pessoas pensam. A maioria de nós julga as ações mais por seus motivos do que por suas consequências.

Justifique a necessidade da presença ética em suas ações relacionando-as aos Direitos Humanos:

Em todos os momentos da nossa vida necessitamos da ética, nem sempre todos respeita: Os Direitos Humanos asseguram a dignidade e o respeito à pessoa, e por isso, os deficientes devem ser respeitados conforme sua condição e atuação. A presença ética garante que sejam cumpridas todas as interfaces com relação ao respeito e proteção dos deficientes.








quinta-feira, 23 de maio de 2019


LUGAR, PAISAGEM E ESPAÇO GEOGRÁFICO.

Lugar

O conceito de lugar, um dos principais da geografia, está ligado a espaços que nos são familiar e que fazem parte da nossa vida. Desde a infância, começamos a construir a organizar nosso próprio espaço e conhecer o espaço das pessoas com as quais convivemos ponta a princípio, nos familiarizarmos com a nossa casa mais tarde explorar outros ambientes, como nossa rua onde moramos, o caminho para escola, para o centro da cidade e, para cidades próximas ou mais distantes. Dessa maneira vamos construindo a nossa própria geografia ou a nossa geografia individual.
Durante Nossa vida, podemos mudar de lugar várias vezes. Cada mudança exige que passamos por um processo de adaptação, sem, no entanto, perder Nossa identidade, que está ligada ao nosso lugar de origem.
Portanto, O conhecimento geográfico não é exclusivo de geógrafo e cientistas, envolve também as expressões que vamos adquirindo à medida que nos relacionamos com os lugares que compõe o espaço que nos rodeia.

Espaço geográfico: é o conjunto de lugares
O nosso lugar não é uma realidade isolada. Ele faz parte de um conjunto de lugares, marcado por diferentes aspectos naturais, que passaram por vários processos históricos. Esse lugar está unido a outros lugares numa rede complexa de relações políticas, econômica e social a esse conjunto de lugares e suas relações com outros lugares denominamos espaço geográfico.



Resultado de imagem para paisagem
Paisagem: o retrato dos lugares que compõem o espaço geográfico.

Nas paisagens estão inseridas em todos os elementos presentes no espaço geográfico: elementos naturais como relevo, clima, vegetação, rio e oceanos.
Elementos culturais: plantações, cidades, estradas, Indústrias e outras realizações da sociedade.


Ao observar determinado lugar é possível descrever os principais elementos naturais e culturais que formam a paisagem desse lugar. No estudo geográfico o principal objetivo é a interpretação feita pela análise do local e pode ser através de fotos, mapas, reprografias aéreas ou imagens de satélite.

Hidrografia de Rondônia.


            
         Rondônia possui uma das mais ricas redes hidrográficas do Brasil. Corta o Estado o maior afluente da margem direita do rio Amazonas - o rio Madeira.


          A hidrografia de Rondônia é formada por uma bacia principal, a do rio Madeira, e por cinco bacias tributárias; Guaporé, Mamoré, Abunã, Jamari e Machado ou Ji-paraná.

        Todos os rios que nascem no estado de Rondônia são afluentes ou sub-afluentes do rio Madeira e a maioria deles tem a foz dentro dos limites do Estado com exceção dos afluentes do rio Roosevelt, que tem suas nascentes no município de Vilhena, na região Sudeste do estado de Rondônia, desse no sentido norte, atravessa o estado de Mato Grosso e tem sua foz no rio Madeira no estado do Amazonas.


 BACIA DO MADEIRA
Área: 31.422,1525 ha


O Madeira, principal rio de Rondônia, é formado pela junção dos rios Mamoré e Beni. Essa junção ocorre na região oeste de Rondônia, próximo à cidade de Nova Mamoré. Os rios Mamoré e Beni têm suas nascentes na república da Bolívia, nas proximidades dos contrafortes dos Andes.
A partir de sua formação, o rio Madeira nasce no sentido norte fazendo fronteira entre o Brasil e a Bolívia até  foz do rio Abunã. A partir daí, ele atravessa o estado de Rondônia no sentido noroeste, norte, até a foz do igarapé Maici, divisa dos estados de Rondônia e Amazonas. Após essa divisa, o Madeira percorre o estado do Amazonas e tem sua foz no rio Amazonas.
O rio Madeira é um dos principais afluentes da margem direita do rio Amazonas, tem uma extensão de aproximadamente 1.056 km de Porto Velho até a foz, no rio Amazonas, sendo aproximadamente 180 km dentro dos limites de Rondônia e 876 km no estado do Amazonas.
Em um trecho de aproximadamente 360 km, a partir de sua formação, o Madeira tem um desnível de declividade de 20 cm/km e passa por dezoito cachoeiras e corredeiras, sendo as maiores: Jiral, Teotônio e Santo Antônio.
Entre a Cachoeira de Santo Antônio e a foz do rio Madeira é navegável durante o ano inteiro, porém com alguns obstáculos, no período de seca, ocasionado por assoreamento no leito do rio, o que não impede a navegação.
No rio Madeira, no curso navegável, encontram-se muitas ilhas, algumas com extensão considerável.

BACIA DO GUAPORÉ
Área: 59.339,3805 ha

O rio Guaporé nasce na região noroeste do estado de Mato Grosso, desce no sentido norte do Brasil e, no percurso que se inicia logo abaixo da cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade (ex capital da capitania de Mato Grosso), até a sua foz no rio Mamoré ele faz fronteira entre o Brasil e República da Bolívia.
Os principais afluentes do rio Guaporé, na margem direita, lado brasileiro, são os rios Gelera, Sararé, Piolinho e Guariterê em território mato-grossense e os rios: Cabixi, Corumbiara, Verde, Mequéns, Massaco, Branco, São Miguel, São Domingo e Cautário, em território rondoniense.


BACIA DO MAMORÉ
Área: 22.790,6631 ha

O rio Mamoré tem suas nascentes nos contrafortes dos Andes bolivianos, desce no sentido leste da Bolívia até a foz do rio Guaporé. A partir daí, ele passa a fazer à fronteira entre o Brasil e a República da Bolívia, até encontrar o rio Beni, que também nasce nos Andes bolivianos. O encontro dos rios Mamoré e Beni formam o rio Madeira.
Os principais afluentes do rio Mamoré, na margem direita, em território brasileiro, são os rios Guaporé e Pacaás Novos, Ouro Preto, Lage e Novo.

BACIA DO ABUNÃ
Área: 4.792,2105 ha

O rio Abunã nasce na região sul do estado do Acre, na fronteira com a República da Bolívia, e tem sua foz no rio Madeira. Seu principal afluente da margem esquerda, lado brasileiro, em terras de Rondônia, é o rio Marmelo.

BACIA DO JAMARI
Área: 29.102,7078 ha

O rio Jamari tem suas nascentes nas proximidades das serras dos Pacaás Novos, no município de Campo Novo de Rondônia e desce no sentido norte do Estado, recebe as águas do rio Candeias e tem a foz no rio Madeira.
No rio Jamari esta instalada a Usina Hidrelétrica de Samuel, que tem potencial de geração de 216 Mw de energia elétrica. A usina de Samuel está situada no município de Candeias do Jamari, e o lago da represa de Samuel abrange o território dos municípios de Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste.

BACIA DO ROOSEVELT
Área: 15.538,1922 ha

O rio Roosevelt tem suas nascentes na região sudeste de Rondônia, nas proximidades da cidade de Vilhena, desce no sentido norte e, a partir da foz do rio Capitão Cardoso, atravessa o estado de Mato Grosso, entra pela porção sul do estado do Amazonas e tem sua foz no rio Madeira.


BACIA DO MACHADO OU JI-PARANÁ
Área: 80.630,5663 ha

O rio Machado ou Ji-Paraná é o principal afluente do rio Madeira, dentro dos limites de Rondônia, é também a segunda mais importante bacia hidrográfica do Estado. Ele é formado pela junção dos rios Comemoração ou Melgaço com o Apediá ou Pimenta Bueno, cuja confluência ocorre nas proximidades da cidade de Pimenta Bueno. Os afluentes, formadores do rio Machado, tem suas nascentes na Chapada dos Parecis, no município de Vilhena. Portanto, o rio Machado têm suas nascentes na região sudeste de Rondônia, desce no sentido norte e atravessa as regiões leste, nordeste e tem a foz no rio Madeira, na região norte do Estado.

Os afluentes da margem direita do Machado são poucos e pequenos, os principais deles são: Riozinho, Igarapé Grande e Igarapé Lurdes.
Os maiores afluentes do rio Machado ou Ji-Paraná estão na margem esquerda e os principais são os rios Rolim de Moura, Muqui, Urupá, Jaru, Anari, Machadinho e Rio Preto.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Fotos do Projeto
Atividade 3.3

PROJETO MEIO AMBIENTE DE 6º AO 9º ANO

Escola: CEEJA: Enaldo Lucas de Oliveira
Professor: Ailton Maceno Mendes
PROJETO MEIO AMBIENTE


INTRODUÇÃO

           A principal função do trabalho com o tema Meio Ambiente é contribuir para a formação de cidadãos conscientes  aptos a decidirem e atuarem na realidade sócio- ambiental de um modo comprometido com a vida, com o bem-estar de cada um e da sociedade, local e global.
Para atingirmos esses obje­tivos, mais do que trabalhar com informações e con­ceitos, é preciso que a escola trabalhe também com a formação de valores e atitudes.
Nessa perspectiva, a Escola ela­borou seu projeto “Des­pertando uma consciência ecológica” que tem como objetivo despertar os alunos para que possam, não apenas agir corretamente no processo de preservação do meio ambiente, como também colaborar com o despertar dessa consciência junto às suas famílias e à comunidade.

OBJETIVOS

- Despertar a conscientização a respeito do Meio Ambiente e da importância da sua preservação, assim como da necessi­dade do reaproveitamento do lixo por meio da reciclagem.
- Mostrar que a reciclagem traz inúmeros benefícios para a sociedade, reduzindo o volume de lixo enviado aos aterros sanitá­rios e ajudando a manter a cidade limpa, além de promover economia de matéria-prima.
- Levar o aluno a reciclar em oficinas de materiais recicláveis, as sucatas encontra­das no meio em que vive.
- Utilizar o material reciclado no dia-a-dia.


ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

                                            As ações podem ser assim resumidas:

1. Análise da realidade am­biental na comunidade na qual a escola está inserida feita por meio de pesquisas de campo, entrevistas e coletas de dados pelos próprios alunos com moradores do bairro.( Visitar o orquidário e o Lixão)
Um dos problemas que será identi­ficados será em relação aos resíduos sólidos: LIXO. Para trabalhar essa questão, a escola mobilizará várias estratégias, dentre elas, envolverem os alunos em leituras de bibliografias específicas, promovendo em seguida debates para que se estabeleçam as relações entre esses dois universos: o que se lê e o que se vê refletindo no dia-a-dia, nas atitudes de cada cidadão.

2. Promoção de palestras envolvendo especialistas de outras secretarias. Os alunos participaram, não só como ouvintes, mas também envol­vendo-se em dinâmicas que possibilitaram uma interação entre palestrante e alunos, bem como uma reflexão sobre o assunto discutido.
Não só a questão do lixo será analisada e modifi­cada, mas também o desper­dício dos recursos naturais; água, energia elétrica, papel, vidro e demais materiais recicláveis que hoje têm alternativas de utilização a partir da transformação dos mesmos.

Para desenvolver essas questões, o enfoque dado deverá ser interdisciplinar, perce­bendo-se o ambiente como um tema transversal que permeia as várias disciplinas.
É também proposta da Escola trabalhar com correspondências e/ou e­mails, para troca de expe­riências relacionadas aos temas propostos.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
MATEMÁTICA

- situações-problemas envolvendo emba­lagens de supermercado trabalhando o
sistema monetário
- adição, subtração e multiplicação
- situações-problemas envolvendo preços de produtos de supermercados e gráfico
de consumo de refrigerantes vendidos na cantina.

PORTUGUÊS

- Produzir textos, peças teatrais e murais so­bre a reciclagem e Meio Ambiente.
- Os alunos confeccionam crachás, tipo “Guardas do Meio Ambiente” e usam durante o projeto, ajudando na preserva­ção do Meio Ambiente.
- Produzir um texto com o tema: “Se eu fosse uma latinha descartável”, contando os caminhos percorridos por ela.
- “Apresentação de Jornal Falado”: utilizan­do reportagens de jornais e revistas.
- Produzir textos poéticos sobre o Meio Am­biente.

CIÊNCIAS

- Pesquisar sobre o tempo de decomposi­ção gasto para cada tipo de material.
- Conhecer os cuidados que se devem Ter para evitar as doenças transmitidas pelo lixo
mal-acondicionado.
- Pesquisar a poluição dos rios da cidade por fábricas e lixo jogado pela população.

HISTÓRIA

- Discutir os problemas criados com aterros sanitários, contaminações e polui­ção das águas.
- Fazer o relatório.



GEOGRAFIA

- Debater o que fazer para que nossa rua, nosso bairro e município fiquem mais lim­pos.
- Discutir a responsabilidade da poluição causada pelo lixo que as pessoas jogam nos rios.

                    EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Organizar uma excursão perto da escola, onde certamente houver árvores e ar­bustos flores. O objetivo pode ser o estudo de plantas, e para isso orientar os alunos para que não se torne um simples passeio.
Sugerimos o seguinte roteiro, mas o professor modificará de acordo com as possibilidades do lugar a ser observado.


-observar nas plantas, galhos, flores e frutos.
-indagar: serão nativas? Foram plantadas?
-observar o solo em que nasceram;
-na vizinhança há algum córrego?
-que tipo de vegetação margens?

        O professor deve estar atento para estimular as observações e intervir, quando necessário, no comportamento de alunos, para não agredir a natureza. O professor deve aproveitar a oportunidade, chamando a atenção para a beleza da paisagem, o frescor sob as árvores, a variedade do verde, a diversidade da vegetação. Em geral, o aluno não tem o hábito de observar, e os mínimos aspectos da natureza merecem admiração. A beleza atrai a criança.
Essa excursão trará enriquecimento para a classe, sob todos os aspectos.
Nos seus cadernos, os alunos poderão desenhar plantas, sementes, flores, trechos da paisagem, ou algum pequeno animal encontrado.
De volta à classe, os alunos, de posse do material, vão aprofundar suas observa­ções.


- examinar as terras, de bar­rancos e dos solos que se encontram de­baixo de árvores. Quais as conclusões ti­radas?

· Ajudar na organização de um mostruário com os tipos de plantas encontradas nos vários tipos de solo. Os alunos poderão desenhar as plantas. E atividade rica por­que exige observação, habilidade para co­piar do natural, fidelidade no emprego das cores das plantas.
Coleta seletiva na escola

E necessária a transformação de papéis velhos em novos, latas velhas em novas, plásticos rasgados em plásticos novos, isso é reciclagem, transformar coisas velhas em novas.
E para haver esta transformação do lixo, existem várias fábricas de reciclagem. O aproveitamento do Lixo torna as cidades limpas e maravilhosas.
Até sobras de alimentos são transformadas em adubo.
A reciclagem é uma coisa muito importante para todos nós e o Meio Ambiente.
Discutir com seus colegas sobre como poderão implantar a coleta eletiva na sua escola e em sua cidade. COLETA SELETIVA DO LIXO NA ESCOLA


·Distribuir latas de lixo pela escola para coleta seletiva.
.Orientar os alunos a jogar lixo observando as cores dos latões de acordo com o material:
Azul: papel, cartolina, papelão, sacos de papel, caixas de papelão, rótulos, etc. Amarelo: latas de um modo geral, tampinhas de garrafa.
Verde: vidros, garrafas, litros (cacos ou inteiros), etc.
Vermelho: embalagens plásticas, sacos plásticos, tampas e canudinhos, potes de mar­garina, etc.
· Fazer um debate em sala sobre a importância da coleta seletiva do lixo.
O que fazer com as sobras?
· As sobras da merenda escolar, folhas velhas de hortaliças, restos de comidas, etc., deverão ser reaproveitadas na horta, após fermentação natural, que se consegue pelo sistema de compostagem. E de extrema importância o uso deste adubo na horta escolar.
· Fazer o reaproveitamento com papéis reciclados em aulas de Educação Artística.
Discussão:
a) Qual o órgão que cuida do lixo na nossa cidade? Pesquisar sobre ele. b) De que maneira podemos contribuir na separação do lixo da escola?
c) Qual o trabalho que é desenvolvido sobre o lixo, na nossa cidade? Caso não tenha nenhum, elabore um projeto para implantá-lo.

Reciclagem do papel
· Falar aos alunos a respeito da possibilidade de se reciclar o papel.
· Discussão - Comentar com seus alunos que, caixas de papelão, jornais, etc. são obtidos pela reciclagem do papel; assim, eles terão a idéia de quanto à reciclagem contribui para poupar a derrubada de árvores em nosso país. Dessa maneira, podemos evitar a derrubada desnecessária de muitas árvores.
·Construir um mural educativo, mostrando a composição do lixo e sugestões para diminuir a quantidade de lixo na escola.


AVALIAÇÃO
A avaliação acontecerá ao longo do desenvolvimento do projeto através da observação do desempenho e interesse dos alunos no desenvolvimento das tarefas propostas, produções e relatório sobre as atividades